Do horizonte
vislumbro
teu semblante
esculpido em névoa
– lembrança de um tempo que teima em não seguir.

Meu coração-iceberg
navega um mar-solidão
buscando um porto-morada
janela entre-aberta
para um novo desvario.

A insensatez (…)
é o meu destino.

Novo
embriago-me com
teus olhos-líquen
azul oceano
lume
estrela-guia
de uma nova aurora.

A paixão
(esse moto-contínuo)
é o meu fim.

Wilson Chagas
wilson.gamararte@hotmail.com
wilson-chagas

Escrito por Rodrigo Campos

Um caminhante que está disposto a aprender com os erros e acertos, refletindo quais são as verdadeiras importâncias da vida e sua essência!

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