Há momentos onde inspiramos e não encontramos inspiração.
Há outros que, de tão inspirados, não queremos que o ar nos salte dos pulmões.
A ‘vida’ parece gostar de nos ver ‘sem ar’; nos vendo puxar ao máximo fôlego para continuar em frente; e nós, gostamos por demais de encontrar o sopro que nos inspire a caminhar em ritmos, sons, paixões, sonhos…
Essa “tremenda” dialética da vida – de inspirar e expelir, de respirar e faltar fôlego – nos diz o quanto a vida é uma grande inspiração; o quanto é preciso coragem para viver; o quão firme nosso espírito deve buscar ‘ser’.

Rafael de Campos
elfaracampos@hotmail.com
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